31/12/2007

Último post do ano

Olá pessoal,

Terminaram as votações para a enquete "Você clica nos Links Patrocinados dos resultados de busca?". Gostaria de agradecer ao pessoal que votou e dizer que em breve vou colocar no ar o artigo que motivou a pesquisa.

Aproveitando...

Nestes últimos dois meses tive o prazer de escrever neste blog vários artigos sobre: otimização de sites, usabilidade e search marketing em geral. Conceitos esses diretamente ligados ao sucesso de um site. Tenho planos de em 2008 continuar com este prazeroso trabalho, podendo assim contribuir cada vez mais com informações relevantes a esses assuntos.

Então...

Gostaria de agradecer a vocês meus leitores, que têm visitado este blog, enviado e-mails e acima de tudo, colaborado de alguma forma para a existência deste.

Grande abraço e feliz 2008!
Erick Formaggio

23/12/2007

Indexação do último post

Estava fazendo alguns ensaios relacionados à indexação e percebi que meia hora depois da publicação do último post o robô passou por aqui e reconheceu o mesmo indexando este no Google.

Uma pergunta me surgiu na cabeça: será que algumas palavras-chave têm o poder de atrair o robô para um website?

22/12/2007

SEO e Usabilidade no New York Times 2

Depois do último post, fui ao site do jornal americano do qual vos falo, e: naveguei, olhei, testei, ops! Errei! Sim, o site se move... a interface de busca muda, sua estrutura e localização também.

A interface de busca do New York Times

Na página inicial é possível ver uma interface de busca, na minha opinião um pouco confusa, a não ser em livrarias virtuais, onde você escolhe por autor ou título nos demais sites recomendo uma simples caixa de pesquisa com um botão, mais nada. Não faça o usuário pensar!

Um colega de um grupo de discussão sobre usabilidade disse o seguinte:
"Achei o NYT muito preto no branco para o fluxo de informação de um jornal. Gosto de cores(...)"
Realmente, mas acredito que a idéia foi preservar a capacidade cognitiva do usuário, de forma que fosse passada uma idéia de sobriedade, até pelo grande volume de informações, nesse caso a prioridade foi por informação textual, inclusive é possível perceber que não são utilizadas mais do que quatro cores.

Checklist SEO

Fiquei contente ao ver que além de bastante conteúdo, eles utilizam tags relevantes e texto alternativo nas imagens. Então vamos ao checklist SEO:
  • Formatação para títulos (h1, h2) - OK
  • Texto alternativo nas imagens - OK
  • Link no meio de conteúdo - OK
  • Títulos (title) - OK
  • URL´s - Meia boca
  • Texto em negrito (strong) - não
Resultado = satisfatório

Tanto é que, na busca por "jornais americanos" no Google, nosso amigo New York Times aparece em quarto lugar, além de ganhar uma "etiquetinha": Ver resultados para: new york times"

Resultado de busca New York Times
Resultados de: Jornais Americanos

Um outro aspecto a ser considerado é o do endereço, pois quando entrei na primeira vez digitei www.nyt.com, no entanto, vi que o endereço oficial é www.nytimes.com. Na busca por "NYT" no Google adivinha quem aparece?

New York Times na busca por nyt

O Nosso amigo New York Times!

Não me surpreendi quando busquei por www.newyorktimes.com e fui direcionado ao site do New York Times novamente e o mais legal é que os redirecionamentos são todos feitos via servidor. A sacada foi a seguinte: eles imaginaram que muitos usuários poderiam digitar tais endereços com o objetivo de entrar no site do jornal, já que, algumas pessoas ainda têm o hábito de imaginar uma url que esteja diretamente relacionada com o que procura e digitá-la na barra de endereços do seu navegador antes de procurar em algum mecanismo de pesquisa.

SEO e Usabilidade

O New York Times é um bom exemplo de website que cumpre em partes o que se precisa para o sucesso de um site, além do mais o site por si só já vende muito, já existe uma imagem consolidada o que facilita ainda mais as coisas e não exige um site 100% otimizado.

A questão da interface de busca prejudica um pouco, pois confunde o usuário já que é um dos motivos da mudança estrutural do site.

19/12/2007

SEO e Usabilidade no New York Times

Otimização de sites, Usabilidade, SEO, New York Times, Webwriting

Estava visitando alguns sites essa semana para usar de exemplo em uma apresentação de slides, onde um dos pontos principais era o princípio de webwriting, que na minha opinião está diretamente relacionado a Otimização de Sites e Usabilidade. Primeiro pelo fato do webwriting propor um conteúdo objetivo, com palavras significantes para determinado contexto sem blablablá e firulas comuns em determinados tipos de texto. Segundo, pelo fato de que isso impacta diretamente na usabilidade já que permite uma exploração rápida do conteúdo sem que se tenha a necessidade de ficar por horas na frente da tela.

Informação e muito conteúdo útil

É assim que acontece no New York Times, um dos jornais mais influentes não só nos Estados Unidos da América, mas no mundo todo. Achei muito interessante a forma como são disponibilizadas as informações, principalmente os resumos rápidos com importantes palavras-chave antes da matéria inteira.

Site Otimizado

Vasculhei o código e percebi algumas coisas bem curiosas, como por exemplo:
  • Falta identação no código
  • Muita lista "ul"
  • Eles usam até o "h5"!!!
  • Datas nas URL´s
Coisas interessantes para a otimização não acham?

Usabilidade

Não fiz nenhuma análise formal de usabilidade, mas "informalmente olhei" e não achei nada grave, inclusive gostei bastante de algumas coisas que encontrei, como o menu no canto superior esquerdo e a ausência de animações.

Não gostei muito da interface de busca... lembro que no livro do Steve Krug vi alguma coisa sobre o campo de busca do New York Times, mas não lembro o quê, exatamente. Vou procurar no livro e postar aqui.

16/12/2007

Aplicando avaliação heurística na Wikipédia

No curso que fiz esse fim de semana praticamos alguns exercícios, para simular testes e resolver alguns problemas em determinados websites. Algo que ficou bem claro pra mim é que um problema em determinada aplicação WEB não é necessariamente um erro. Um erro parte do princípio de que determinada ação fracassou ou mesmo não aconteceu, como por exemplo: ao clicar em determinado link, a página de destino não abre, isso é um erro. No caso da localização de determinado objeto estar em algum lugar não comum ao usuário, isso é um problema.

Para esses exercícios, aproveitei algumas recentes resalvas à Wikipédia que fiz neste blog e usei essa ferramenta como "cobaia" para estes ensaios.

A Wikipédia é uma ótima ferramenta

Sim, com certeza, só que tem problemas como qualquer outro site. Minha intenção não é "malhar" a Wikipédia, mas propor melhorias para que esta fique cada vez mais fácil de ser usada, até porque, eu mesmo sou um usuário assíduo da nossa enciclopédia eletrônica.

Heurísticas de Nielsen

Apesar de achá-lo acadêmico demais, gosto muito de seus livros, pesquisas e ferramentas. Mas se eu tivesse que me comparar ao Nielsen ou Krug, certamente diria que faço um pouco mais o estilo Steve Krug. Contudo, as ferramentas do Nielsen como a análise heurística que propõe são muito eficientes antes de gerar um relatório ou mesmo antes de uma análise cognitiva.

Análise Heurística aplicada à Wikipédia

Com base nas heurísticas de Nielsen [NIE94] fiz um experimento buscando encontrar os problemas da sua "interface de busca", onde encontrei dois problemas da ordem "4" na lista das dez heurísticas, problemas esses diretamente ligados às convenções web, relacionados ao que Nielsen chama de "Consistência de Padrões", sendo que, um considerado grave e outro simples:
  1. A interface de busca não se apresenta onde comumente localiza-se em outros websites, pois fica no lado esquerdo ao centro. Problema grave, pois alguns usuários podem desistir de procurar alguma informação devido à falta de encontrabilidade desta interface;
  2. Em uma pesquisa eficaz (onde o termo pesquisado existe) a página de resposta não dá uma descrição da página encontrada, como os mais diversos mecanismos de busca fazem:

Google.com - Descrição objetivando a boa compreensão

Soluções de Usabilidade

A solução para esses problemas é simples: primeiro, colocar a interface de busca no local correto; e segundo, oferecer descrições relevantes na página do resultado de busca interna.

Por: Erick Formaggio
Colaboração: Juliana Elias

15/12/2007

Curso de usabilidade na UFRGS

Desde quinta-feira (13/12/2007) estou fazendo um curso de extensão em usabilidade na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dado pelos professores doutores: Carla Freitas e Marcelo Pimenta. O curso aborda de forma prática heurísticas de usabilidade, acessibilidade, testes, problemas e soluções, além de contar com a experiência dos professores citados, renomados na área. Estou gostando muito, pois é interessante ter a oportunidade de fazer um network com outros profissionais da área.

Análise Heurística

Entre debates, explicações e exercícios, fizemos algumas aplicações práticas do que aprendemos usando algumas das ferramentas, empregadas no curso. Dentre elas as "Dez Heurísticas de Nielsen" [NIE 94] que compõem:
  1. Visibilidade do status do sistema;
  2. Compatibilidade entre o sistema e o mundo real;
  3. Liberdade e controle do usuário;
  4. Consistência e padrões;
  5. Prevenção contra erros;
  6. Reconhecimento em lugar de lembrança;
  7. Flexibilidade e eficiência de uso;
  8. Projeto minimalista e estético;
  9. Auxiliar os usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar-se de erros; e
  10. Ajuda e documentação.

Critérios Ergonômicos definidos por Bastien e Scapin

Também falamos muito de Bastien e Scarpin, que definiram critérios [BAS 93] relacionados a testes ergonômicos, que podem ser usados também para análises heurísticas de websites. Em uma lista de 18 critérios definidos, um dos mais importantes na minha opinião é o da "Legibilidade" que segundo Bastien e Scarpin:
"Refere-se às características léxicas que as informações apresentam sobre a tela de forma a facilitar a compreensão destas informações. Deve-se levar em consideração, ainda, o brilho, contraste, cor, tamanho de fonte, espaçamento, etc."
Ou seja, determinado conteúdo textual deve ser legível, o tamanho da fonte, a cor, o contraste em relação ao fundo devem ser satisfatórios para o usuário.

Percurso Cognitivo

Falamos muito também do percurso cognitivo, cujo objetivo principal é percorrer os caminhos que levam até determinada "meta" e definir os possíveis erros e problemas neste processo. Neste tipo de teste deve-se definir: se as ações estão evidentes ao usuário, se este perceberá a ação correta (se os itens estarão visíveis), se existe "feedback" adequado, entre outras coisas. O percurso cognitivo pode ser usado juntamente com a análise heurística, tanto um, como o outro, são ferramentas eficientes, para elaboração de relatórios de usabilidade.

Relação Usabilidade e Otimização de Sites

Total. Hoje o negócio é dar resultados. Ou o cliente tem um ROI (Return of Investment - retorno de investimento) digno de um orçamento ou determinado projeto se torna um centro de custo. Sendo assim, não é mais uma vantagem o cara estar em primeiro lugar no Google se o site dele não está apto a vender. E muitos não estão...

A otimização de sites hoje é mais do que uma simples reengenharia voltada às máquinas de busca, mas sim algo que soluciona realmente os problemas do usuário. Imagine só: em alguns testes com usuários, naqueles onde é pedido ao usuário realizar determinada tarefa sem indicação de algum site, este corre para algum mecanismo de busca para encontrar o que precisa. É ilusão pensar que um site que se posiciona bem nos mecanismos de busca consegue resultados sem que seja totalmente eficiente. É sério, muito sério isso, pois tem gente (e não é pouca) que acredita nisso e diz por aí que a otimização de sites faz junção de técnicas que levam seu site para a primeira página do Google.

A Otimização do site tem que preservar a vontade que o usuário tem que encontrar e conseguir usar o que procura. Técnicas isoladas não vão trazer resultado algum ao usuário, só frustração.

Acessibilidade

Porque alguns mecanismos de busca prezam tanto pelo atributo "alt" da tag "img"? Por que o W3C preza tanto por uma padronização? Para que qualquer pessoa possa usar determinado site. Não sou o dono da verdade, mas fica a pergunta: o que nós profissionais de WEB faremos para ajudar?

Assista o vídeo e pense: http://acessodigital.net/video.html

Conclusão

Curso show, galera animada e professores legais que realmente entendem do que falam. Cada vez fico mais convencido de uma teoria minha: "não adianta chegar, é preciso usar".

Mais artigos sobre Usabilidade:

Testes de usabilidade no wikia
Menus e links de Navegação
SEO e Usabilidade no New York Times 2
SEO e Usabilidade no New York Times
Aplicando avaliação heurística na Wikipédia
Usabilidade x Wikipédia

14/12/2007

URL otimizada no Blogspot

Palavras-chave em URL´s podem gerar bons resultados, já que os mecanismos de busca consideram esse fator relevante, além do endereço ficar mais amigável a humanos.

Palavra-chave na URL

Penso da seguinte forma: se um determinado artigo fala sobre "plantas" no site www.plantasexemplo.com (lamers é só um exemplo! :| ) seria legal ter uma URL do tipo:

www.plantasexemplo.com/plantas

Indo mais longe, imagine que na página "plantas" você pudesse clicar no link "Plantas Exóticas" e ser direcionado para a página:

www.plantasexemplo.com/plantas/plantas-exoticas.html

O que seria mais fácil de lembrar? A URL anterior ou a URL:

www.plantasexemplo.com/pgs_plantas/001254.html

Boa resposta, além disso os robôs dos mecanismos de busca pensam da mesma forma.

URL Otimizada

Essa é uma das vantagens do Blogspot. As URL´s são otimizadas e podem ficar mais otimizadas ainda se você usar palavras-chave no título do "post". Por que isso? Pelo seguinte, veja o seguinte endereço:

http://www.erickformaggio.com/2007/12/livros-blogs-otimizados-e-leitores.html

Se você entrar nesse endereço verá que o título do post é "Livros, blogs otimizados e leitores contentes", e que o Blogspot pegou parte desse endereço (36 caracteres) para usar como nome da página.

Na URL a seguir o Blogspot excluiu o caractere com acento para a formação da URL:

http://www.erickformaggio.com/2007/12/contedo-duplicado-no-wordpress.html

Como fazer URL´s otimizadas para o Blogspot

Para o título principal:
  • Evite usar palavras que contém acento;
  • Evite títulos longos; e
  • Use palavras-chave quando possível.

12/12/2007

Conteúdo duplicado no WordPress



Vídeocast bem bacana sobre otimização para o WordPress, onde meu amigo Gustavo Bacchin autor do blog "Daily Seach", fala um pouco sobre como evitar conteúdo duplicado. Vale muito a pena assistir!

11/12/2007

Livros, blogs otimizados e leitores contentes

"Blog é a contração da expressão inglesa weblog. Log significa diário, como o diário, como diário de um capitão de navio. Weblog, portanto é uma espécie de diário mantido na internet por um ou mais autores regulares. Normalmente apenas um, algumas vezes dois ou três, raramente mais de três."
Hugh Hewitt - "Blog: entenda a revolução que vai mudar o seu mundo", Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007

Acho maravilhosa a idéia de iniciar um post com uma citação. É de um livro que estou lendo sobre a revolução dos blogs na internet. Estou gostando deste livro pois expõe uma visão jornalística sobre a "blogosfera", termo que o autor usa muito e tem a ver com a rede de blogs que é possível encontrarmos por aí.

Capa do livro de Hugh Hewitt - blog, política americana e camaradagem

Estou no comecinho ainda, mas como o autor já faz um belo resumo do que será possível encontrar pela frente, no primeiro capítulo (o que é formidável) já gostei da abordagem, estilo de escrita, entre outras qualidades. É um pouco tendencioso quando fala da política americana, mas como o meu interesse é a crítica ao comportamento dos blogs e blogueiros estou gostando muito.

Eu gosto do formato "Blog" para sites: é bom para SEO, conteúdo, o pessoal comenta, participa. Esse foi um dos motivos para eu mudar para esse formato.

A vantagem do Blog para otimização de sites

Blogs geram muito conteúdo, caso o autor escreva bastante e se tiver um razoável número de leitores que comentam, esses podem gerar ainda mais conteúdo. Isso para o Google é ótimo, o robô se alimenta de informações úteis e apesar da informalidade dos blogs estes são fontes de muitas informações relevantes. Para algumas configurações avançadas deste gerador de conteúdo do Blogspot, encontrei informações importantes em blogs mesmo, para configuração de domínio próprio, entre outras.

Outra vantagem é a de poder gerar conteúdo textual já otimizado, destacando trechos importantes no meio do texto com tags que indicam ao robô a importância de alguma palavra-chave. Tags como h1, strong, etc, são usadas frequentemente por mim no conteúdo, já que esse é a prioridade deste blog, já que o código da ferramenta do Blogspot é quase impossível de otimizar, digamos inviável, então, decidi por otimizar o máximo seu conteúdo.

Trecho de código gerado pelo Blogspot - estilos no fonte

Ferramentas para webmasters dos mecanismos de busca - parte 3 (O Retorno)

Links

Na raiz da aba links existem três opções, sendo elas: páginas com "links externos", "páginas com links internos" e "links do site".

No item "Páginas com links externos" existe uma tabela que mostra o número de páginas do site que apontam para elas a partir de outros sites.

Páginas com links internos

Funcionalidade parecida com o item anterior, porém, nesse caso a ferramenta mostra o número de links que as páginas internas do site têm para determinada página. A tabela mostra a url da página e o número de links internos apontando para a mesma, identificados pelo Googlebot.

Figura 5 - Tela com informações sobre número de links internos para cada página

Links do site

Neste local deveria ser possível definir links importantes do site, contudo, ao invés disso existe uma mensagem, sobre o que é e como funciona. Resumindo: em alguns sites grandes o Google identifica alguns canais que considera relevantes e na hora de aparecer o site no resultado de busca, este aparece com uma estrutura organizada, mostrando até a importância deste resultado. Como exemplo vou dar o site do Terra.

Fiz uma busca no Google.com.br (06/12/2007 às 14:07) por "Terra" como se estivesse procurando o portal www.terra.com.br. E apareceu o seguinte resultado:

Figura 6 - Resultado de busca com organização de alguns canais importantes

O Mecanismo de busca retornou o resultado mostrando os canais: The Girl, Mail, Capa Esportes, Gente & TV, Horóscopo, Terra/Música, Capa Chat e Sexo, organizados em colunas.

Porém o Google ainda não dá uma opção de organização disso através da ferramenta. Existem "teorias de achos" por aí sobre: definição sobre importância de páginas no sitemaps, entrar em contato com o Google para pedir esse tipo de organização, etc... Na minha opinião o certo é "desencanar", otimizar bem o site com conteúdo de valor ao usuário e deixar essa missão para o próprio Google. Quanto mais eu pesquiso e estudo SEO, descubro que o verdadeiro foco deve ser o usuário humano de forma universal. Não adianta forçar uma situação para fazer bem ao robô, sendo que para o usuário não existe nenhum fim.

Sitemaps

Nessa tela é possível incluir o sitemap do seu site. Na verdade é preciso que o mesmo esteja publicado na raiz do site com o nome "sitemap.xml", algo como: www.seusite.com/sitemap.xml. O usuário deverá indicar o endereço do sitemap e então o robô do Google irá fazer a verificação do mesmo para medir a importância de cada página.

continua...

09/12/2007

Wikipédia X SEO

A Wikipédia tem uma qualidade como Website: conteúdo relevante. Para SEO isso é maravilhoso, pois mesmo tendo problemas de usabilidade a ferramenta compensa esse problema, dando ao usuário uma ótima fonte de referências (eu utilizo muito). Por isso, mesmo tendo problemas estruturais, não deixa de ser visitada.

Numa conversa informal com alguns usuários percebi que existe, realmente, uma tendência a procurar no Google primeiro, antes de consultar a Wikipédia. Essa é a maior prova de que o fator SEO para a Wikipédia está sendo cumprido, apesar de o critério usabilidade não.

Mesmo não tendo um código 100% otimizado, a ferramenta usa de tags relevantes ao robô do Google e outros robôs, como: h1, h2, listas, etc. Isso, somado ao elevado índice de conteúdo, tornam a ferramenta "visível" para qualquer mecanismo de busca.

Sendo assim, é possível crer que o "trade-off" inconsciente da Wikipédia é o conteúdo. O meu para este blog também, mas isso é conversa para outro Post :)

Por: Erick Formaggio
Colaboração: Juliana Elias

08/12/2007

Usabilidade X Wikipédia

Problemas de usabilidade no Wikipédia

Eu gosto muito da Wikipédia, mas a ferramenta tem problemas sérios de usabilidade, na minha opinião. Não só porque tive dificuldade em encontrar algumas ferramentas que proporcionam o seu uso, mas também por ignorar algumas convenções. Não vou citar todos os erros que eu encontrei, mas o mais "visível aos olhos" de quem trabalha com usabilidade.

Falando como usuário: sempre quando quero encontrar algo na Wikipédia vou ao Google. É sério, sabendo que na busca por determinada palavra-chave posso ter a Wikipédia como resposta, "pergunto ao Google". Além da caixa de busca da ferramenta ficar no centro à esquerda da página, eu não gosto da página de resultados de busca da Wikipédia. A seguir mostro um resultado de uma pesquisa por algo que não existe na enciclopédia eletrônica:

Resultado de busca: muita informação, para alguém que espera ajuda

Falando como especialista: o primeiro fator mais agravante é o fato da caixa de busca, que deveria auxiliar o usuário, estar em um lugar onde os usuários vão procurar só depois de olhar para a área onde ela deveria estar, que é no canto superior direito ou esquerdo. Essa já é uma convenção e sempre os usuários vão procurar lá primeiro.

A pesquisa de Nielsen e Loranger e a Interface de Busca

O pior é que, com o fundo branco da página fica quase impossível encontrar a caixa de busca, para poder realizar uma pesquisa por determinado verbete. Percebam a definição de Jakob Nielsen e Hoa Loranger para a "interface de busca" no livro, "Usabilidade na Web - Projetando Websites com qualidade":

"A interface da busca - uma caixa de texto em que os usuários podem inserir suas consultas, combinada com um único botão rotulado Pesquisar - normalmente deve estar no canto superior esquerdo ou, preferivelmente, no canto superior direito da página, uma vez que é aí que os usuários a procuram."

Sendo assim, recomendo avaliar todos os problemas de usabilidade do website Wikipédia e considerar a possibilidade de resolver isso, posicionando a "interface de busca" no canto superior direito ou esquerdo. Acredito que uma fonte tão importante de referência pode e deve resolver tais problemas.

07/12/2007

Livros sobre: WEB, SEO, Usabilidade, etc e tal...

Resolvi expor um pouco, não do que aprendi nos livros, mas os livros que li ou ando lendo. Desde que trabalho com Web senti falta de algumas literaturas em alguns segmentos, principalmente SEO e isso não é porque tudo que tinha de ser escrito sobre SEO já tenha sido escrito, mas talvez pela velocidade como a própria área se desenvolve.

Minha primeira dica não é um livro de SEO, até porque o blog não trata só deste assunto, mas de um livro sobre usabilidade, que mesmo não sendo sobre otimização de sites tem uma ligação muito grande com toda esse mundo. Até porque não adianta "chegar ao posto se não é possível abastecer", ou seja, chegar ao um site através de um mecanismo de busca se não é possível navegar pelo mesmo.

O livro de que falo é de um autor americano Sr.Steve Krug, que se chama " Não me Faça Pensar". Resolvi começar com esse livro porque foi um dos mais fantásticos que eu já li. O livro é: claro, objetivo e mais importante, propõe uma outra visão às informações contidas nos websites.

Capa do livro: "Don't make me think" - título original

O autor cita exemplos de casos onde atuou como consultor e ajudou a resolver problemas que não eram percebidos pelos administradores e desenvolvedores dos sites, de forma simples e eficiente, sem que para isso fosse preciso refazer o site inteiro.

Tanto a forma como Steve escreve, como as soluções simples que propõe, resultam em um livro da qualidade de um "Best-seller".

06/12/2007

Pesquisa: Você clica nos Links Patrocinados dos resultados de busca?

Olá Pessoal,

Estou fazendo uma pesquisa através dessa enquete, sobre clique em "Link Patrocinado", onde pretendo escrever um artigo sobre, contando um pouco da relação entre o comportamento dos usuários e os anúncios no Google e Yahoo. Além da enquete gostaria do comentário de vocês, meus leitores.

Por isso estou convidando alguns de vocês através de seus e-mails ou até mesmo orkut para agora dar sua opinião por escrito, comentando este "post" que escrevo. Se por motivo eu esquecer de convidar alguém, já peço desculpa antecipadamente, e digo que será muito gratificante saber sua opinião!

Afinal, você clica ou não em Link Patrocinado? Porque?

Abraço!


Obs. Amanhã posto a última parte do Google Webmaster Tools...

03/12/2007

Ferramentas para webmasters dos mecanismos de busca - parte 2 (A missão)

Estatísticas de rastreamento

Nesta parte será possível ver dados referentes ao pagerank das páginas do site, ou seja, a atribuição dada a cada uma, onde o Google dá uma idéia de volume do número de páginas em que o pagerank pode ser: baixa, média e alta. Particularmente não encontrei muita "vantagem" nesse tipo de informação. Talvez pelo fato de que o pagerank hoje não seja mais um "fator de corte" para posicionamento. Ainda é relevante, mas na minha opinião é mais um número do que um fator decisivo, mais essa é uma discussão para outro post. :)

Estatísticas do índice

É nada mais nada menos, do que uma junção de dados relacionados ao número de links apontados para o site, número de páginas indexadas etc. Na verdade essas informações se resumem em algumas ações já íntimas de quem trabalha com SEO como por exemplo:

site:www.nomedosite.com - possibilita ver quantas páginas do site estão indexadas no google;
link:www.nomedosite.com - páginas que apontam, ou seja, tem links para o site;
cache:www.nomedosite.com - o que o Google tem de Cache dessa página, ou seja, a última página em cache;
info:www.nomedosite.com - informações sobre a página; e
related:www.nomedosite.com - páginas semelhantes.

Nesse caso, a tela funciona como um atalho para esses comandos que fornecem os respectivos dados, experimente digitar esses comandos na caixa de busca do Google e verá que o resultado será idêntico.

Figura 4 - Estatísticas do índice, atalhos para comandos já conhecidos dos profissionais de SEO

01/12/2007

Ferramentas para webmasters dos mecanismos de busca - parte 1

Olá pessoal, vou falar um pouco sobre algumas ferramentas dos próprios mecanismos de busca que são direcionados a auxiliar os webmasters no "gerenciamento" da indexação de um site. Mais conhecidas como "Nome do mecanismo-webmarster-tools" (ou simplesmente ferramentas para webmasters) elas permitem visualizar e informar como o mecanismo está indexando determinado site. Funcionalidades como exclusão de páginas e criação de sitemaps estão presentes em algumas destas ferramentas. Espero que gostem!

Gerenciando indexação de um site

Não basta só construir e otimizar um site. É preciso acompanhar como o mesmo está "subindo nas buscas", para que possam ser feitas alterações, ajustes e saber "o que o mecanismo acha" do site. Pois em algumas destas ferramentas é possível: identificar páginas que estejam fora do ar, com erros, entre outras anomalias que podem prejudicar o seu posicionamento nos resultados.

Todo "bom" mecanismo de busca disponibiliza uma ferramenta dessa e fornece um grande "leque de aplicações" com funcionalidades que podem fazer com que a indexação de um site seja acompanhada, de forma eficaz e inteligente. Sendo assim, escolhi três ferramentas para analisar: Google, Yahoo e MSN. Decidi dividir o artigo em várias partes, então vamos logo ao que interessa!

Google Webmaster Tools

O "Gigante da busca" tem uma ferramenta disponível para os administradores de sites e profissionais que trabalham com SEO. O Google Webmaster Tools, excelente para acompanhar a indexação e posicionamento de um site. A ferramenta possui as seguintes funcionalidades:

  • Visão Geral
  • Diagnóstico
  • Estatísticas
  • Links
  • Sitemaps
  • Ferramentas

Cada uma dessas possui um determinado número de funções que atribui valor ao gerenciamento da indexação de determinado site. Começarei pelo item "visão geral" onde é possível visualizar dados gerais do Googlebot, como: datas de rastreamento inicial da página, status do índice entre outros dados relevantes.

Figura 1 - Visão Geral dos dados do Googlebot

A Figura 1 mostra os dados gerais da indexação. Informações como erro de http, páginas não encontradas, URL´s em que ocorreu timeout, etc. URL´s inacessíveis podem indicar a dificuldade que o Googlebot pode estar tendo em indexar o site. É importante verificar regularmente esses itens, que estão ligados às funcionalidades da ferramenta e a boa indexação do site.

Na guia "Diagnóstico" é possível encontrar informações completas sobre estes e outros problemas que o Googlebot pode estar tendo ao indexar o site.

Figura 2 - Erros de http

Em estatísticas, uma das funcionalidades mais interessantes na minha opinião, é aquela relacionada aos termos mais comuns de pesquisa, pois é possível saber por quais termos um site está sendo encontrado e qual a posição que tem na pesquisa por determinada palavra-chave.

Também é possível saber quais os termos de pesquisa mais clicados que levaram ao site como mostra a figura a seguir:

Figura 3 - Termos de pesquisa mais comuns

Isso facilita o diagnóstico do projeto de SEO. Caso o site esteja aparecendo por palavras-chave onde não há interesse da empresa em aparecer, será preciso re-avaliar a condição de seu projeto de SEO, bem como a forma como as principais palavras-chave do negócio estão sendo trabalhadas dentro do site.

Na guia "O que o Googlebot vê" é possível saber o que o robô identifica como palavra-chave, tanto no conteúdo textual do site, como em links externos. É interessante notar que nas palavras-chave do conteúdo interno do site, a ferramenta lista todas de maneira individual e não composta, como verdadeiras palavras-chave. A mágica está em saber em como ao fazer junções o robô do Google dá devida relevância para o site em determinadas palavras compostas.