30 de março de 2010

Canonização de Domínio

Por que alguém deve se preocupar com isso? O motivo na verdade é simples. Pense na forma como um usuário cria um link para seu site quando o menciona. Na maioria das vezes o link é criado utilizando-se o domínio junto ao "www", pois trata-se de uma experiência aprimorada ao longo do tempo.

Desde o início do período comercial da Web no Brasil e em outros países, o usuário está acostumado em utilizar o "www", principalmente naqueles casos onde pensa em uma palavra-chave e digita a mesma com o "www" e prefixos ".com.[país]" para encontrar o que procura na Web. Ou seja, a forma mais natural de construção de links para um domínio principal, também, é utilizando os três "Ws". Isso não exclui a possibilidade do usuário tentar acessar o site diretamente do domínio sem o "www".

O que ocorre é que ainda é comum encontrar redirecionamentos ao acessar esse domínio para uma URL sem "www". Não se trata de uma tragédia do ponto de vista de otimização de sites, mas de algo que pode ser evitado ou melhorado, como uma boa prática ou mesmo um requinte na configuração, de modo a melhorar aspectos relacionados à regras, bem como engenharia de suas URLs.

Utilizando o WWW

Para que exista uma canonização da URL com o "www" é simples. Nesse caso, é possível utilizar uma técnica que consiste em transformar a URL para que ela se transforme sempre em um artefato com "www". Pense no caso daquele usuário que acessa seu site para fazer um "CTRL + C" no domínio e aquele outro que digita o domínio com o "www". Se você utiliza o domínio sem "www" o site sofrerá com uma certa diluição de popularidade. É como se fossem links para lugares diferentes.

No caso do Apache, por exemplo, a configuração dependerá somente de algumas linhas de código. Para isso, basta utilizar o mod_rewrite (módulo do Apache para reescrita de URLs) onde este reescreverá a URL especificamente conforme a regra colocada no ".htaccess". A regra é escrita no ".htaccess" da seguinte forma:

RewriteEngine On
RewriteCond %{HTTP_HOST} ^exemplo.com$ [NC]
RewriteRule ^(.*) http://www.exemplo.com/$1 [R=301,L]


Perceba que basicamente a regra consiste em o servidor transformar uma URL sem "www" (no "RewriteCond") em uma URL com "www", através de um protocolo 301 (no "RewriteRule") entregue ao agente, que nesse caso poderá ser um robô (de mecanismo de busca) ou mesmo um navegador. Dessa forma, qualquer URL que não possua "www" irá recebê-lo.

Canonizando a URL

Outro cenário a se comentar, é daquelas páginas iniciais, que contém "index.php" (ou html), por exemplo. É possível fazer com que o "index.php|html" e afins, desapareça. Para isso, basta realizar um redirecionamento parecido com o realizado no exemplo acima:

RewriteCond %{THE_REQUEST} ^GET\ .*/index\.(php|html)\ HTTP
RewriteRule ^(.*)index\.(php|html)$ /$1 [R=301,L]


Essa regra irá fazer com que qualquer URL requisitada que tenha "/index.html" ou "/index.php" transformá-la em "/" ou seja: "www.exemplo.com/index.php" se transformará em "www.exemplo.com/".

Concluindo: antes de iniciar seu link building dê atenção para detalhes como esses citados acima. Não se trata de uma estratégia única, mas de um "coringa" que poderá servir de complemento e integração entre on page e off page, e assim, ser o diferencial entre um resultado e outro.

Referências

"Construindo Websites que todos encontram!" - Aarron Walter, 2010
"Search Engine Optimization with PHP" - Sirovich; Darie, 2007

Ferramenta para escrita no .htaccess

htaccesseditor

29 de março de 2010

Monitoramento de marca e mercado através do Google Alerts

O Google Alerts (conhecido também como Alertas do Google) é uma ferramenta importante que pode ajudar no aspecto de monitoramento de marcas e assuntos relacionados a determinados mercados. Pense que, ao invés de realizar uma inspeção manual através de mecanismos de busca (buscar por uma palavra e verificar os resultados), com esse sistema é possível receber alertas sobre determinadas palavras-chave que são escolhidas para o monitoramento.

Por exemplo, se você possui uma empresa do ramo de imóveis, é de seu interesse saber o que sai na mídia sobre seus concorrentes, sua própria marca e outras notícias relacionadas ao negócio. Ao cadastrar cada uma das palavras-chave relacionadas no sistema do Google Alerts, ele poderá enviar alertas uma vez por dia em seu e-mail.

Configurações do Google Alerts

Através de sua tela inicial, que possui uma configuração bem simples, é preciso indicar: a palavra-chave a ser monitorada (“termos de pesquisa”), “tipo” que explicarei logo a seguir, a frequência com que deverá ser recebido o alerta (uma vez por dia, semana, etc), o número de resultados e para qual e-mail deverá ser enviado, ou seja, o número de resultados perante determinado termo. No caso da imagem a seguir, percebam que selecionei para até 50 resultados.

tela de configuração dos alertas Google
Tela de configuração de alertas do Google

Em "Tipo" você escolherá qual será a fonte de informações:
  • Notícias – em sua maioria do Google News, ou seja, dos sites presentes no Google News;
  • Web – Sites da web indexados na base de dados do Google que possuem menções para a palavra-chave a ser monitorada;
  • Blogs – blogs que possuem páginas já indexadas no sistema de busca por blogs do Google, além do sistema convencional;
  • Grupos – menções relacionadas a palavras-chave nos grupos e fóruns de discussão.
"O alerta 'Notícias' é um e-mail que informa quando novos artigos se classificam entre os dez principais resultados da sua pesquisa do Google Notícias. O alerta 'Web' é um e-mail que informa quando novas páginas da Web aparecem nos vinte principais resultados da sua pesquisa na Web do Google. O alerta 'Notícias e Web' é um e-mail que informa quando novos artigos relacionados ao seu termo de pesquisa se classificam entre os dez principais resultados da pesquisa do Google Notícias ou entre os vinte principais resultados de uma pesquisa na Web do Google. O alerta 'Grupos' é um e-mail que informa quando novas postagens se classificam entre os cinquenta principais resultados da sua pesquisa dos Grupos do Google"
Fonte: Ajuda Google Alerts
Ao escolher o tipo "Completo" (recomendo esse) será possível receber dados da palavra-chave escolhida de todas essas fontes.

Limitações do Google Alerts

Há algumas limitações dessa ferramenta que convém serem comentadas. No caso do Google News, caso uma grande agência de notícias não esteja cadastrada na ferramenta, há chances de não aparecer nos alertas. Dessa forma, algumas fontes importantes de notícias poderão não ser consideradas. Outro ponto a se colocar é que não são listados resultados de sites de redes sociais que exigem login e senha para acesso de leitura.

Dica final: trabalha com SEO? O Google Alerts é uma ótima ferramenta para link building! Pense nisso!

21 de março de 2010

Microformatos apoiando a Convergência entre Mídias

Os microformatos podem ser muito úteis para leitura e administração de informações por robôs e humanos. Alguns microformatos permitem facilidades como: geolocalização, gravação de contatos, agenda, entre outros. Há um debate permantente, inclusive de especialistas em SEO, sobre esse poderoso recurso, ou seja, sobre qual seria sua significância para características relacionadas à encontrabilidade. Me posiciono a favor, penso que muitos são os benefícios desse recurso para posicionamento em interfaces de busca, principalmente no que se refere ao aspecto amplo da encontrabilidade.

Encontrei essa semana um livro bem interessante sobre SEO, que se chama "Construindo Websites que todos encontram" (um bom nome de livro para SEO, não?) do Aarron Walter, palestrante e professor de temas ligados à Web, inclusive SEO. Há um trecho do livro onde o autor comenta sobre os benefícios dos microformatos:
"[...] microformatos podem ser definidos como métodos padronizados para marcação de conteúdo comum usando nomes de classes de CSS e HTML simples e semânticos para permitir que as máquinas leiam e entendam os dados que podem, de outra forma, ser inteligíveis para humanos"
"Microformatos permitem que conteúdos de um site sejam transportados para outras aplicações com facilidade, resultando em um aumento do uso das informações que eles descrevem"
Além disso Aarron dá alguns exemplos bem interessantes, dentre eles a utilização desse recurso como meio de convergência entre mídias.

Dados portáteis: do site para a agenda do celular

"[...] imagine que você criou um site para promover uma banda popular, criou uma página com uma agenda completa das apresentações. Milhares de fãs visitam o site, leem a agenda e escrevem em um papel a data, localização, horário e outras informações relevantes [...]"
Agora, imagine você podendo acessar uma agenda de um evento através da Web, em seu celular e salvando esse evento como compromisso na sua agenda do Google Calendar. Esse é um dos exemplos citados por Aarron como uma das vantagens da utilização desse tipo de padrão, os microformatos. No caso, é possível a utilização de um hCalendar. O hCalendar é uma especificação adequada para calendários e eventos:

codigo-microformato

O código acima especifica informações relacionadas ao início e termino do evento, além de sua localização. Este é um exemplo bem simples, no entanto há atributos mais específicos que podem contribuir ainda mais para informações relacionadas ao evento.

Sendo assim, é possível perceber que só há vantagens na utilização dos microformatos, ferramenta que irá colaborar não só para a encontrabilidade de um site mas também para a convergência entre diferentes meios.

Geradores de microformatos indicados

Gerador de hCalendar
Gerador de hCard (cartão de visita)

Mais sobre microformatos

Microformats.org

15 de março de 2010

Comunidades virtuais e comércio eletrônico

Recentemente, em um “saldão” de livros, encontrei algo muito interessante. Trata-se de um livro de Tom Venetianer, o “e-commerce na corda bamba”, que aborda alguns dos erros mais comuns de empresas com relação aos seus sites de e-commerce. O que mais me chamou a atenção é que um dos erros tratados pelo autor é a falta de atenção com as comunidades online (as redes sociais). Ok, isso não é novidade. No entanto, o livro é de 2000. Certamente, naquela época, já havia a preocupação em como desenvolver o relacionamento através dessas comunidades, mas, de qualquer forma, fiquei um pouco surpreso, pois não parecia que eu estava lendo um livro escrito há dez anos, parecia mais um desses livros que encontramos nas bancas, nas áreas de lançamento.

Comunidades virtuais

Venetianer afirma algo que é correto e pouca gente se lembra:
“Desde que se tem notícia do homem na Terra, eles sempre viveram em comunidades [...]”
Isso ocorre por diversos motivos: trabalho, afinidades, necessidades sociais, debate, etc, de modo que constituem-se grupos e neles há uma espécie de hierarquia invisível, estimulada por nossos próprios instintos. O que acontece hoje é que parte disso ocorre em um ambiente onde esses grupos podem se reunir mesmo estando em locais remotos.

Sendo assim, Venetianer comenta:
“[...] comunidades virtuais são agrupamentos de pessoas com interesses convergentes e que se congregam na Internet para trocar experiências e para debater ideias”
O ponto é: como esses interesses em comum podem atribuir a algum negócio vantagem competitiva. É ilusão achar que um trabalho de SMM poderá preencher lacunas vazias deixadas pelo próprio negócio, em alguns momentos até falhas operacionais surgidas em virtude de um planejamento não adequado. E as comunidades comentam isso.

Conversando com uma colega de trabalho, comentávamos sobre o esforço que algumas marcas fazem, online e offline, para construir uma reputação, que pode ser quebrada em segundos, por um atendente insatisfeito com o trabalho, que tratou mal um cliente, por exemplo. As pessoas gostam de ser ouvidas e nem sempre irão comunicar o ocorrido para a empresa, talvez por receio, falta de canal para reclamação ou mesmo porque o custo da mudança é baixo (nesse caso, para o cliente é fácil comprar em outro lugar). O fato é que a Internet promove um ambiente propício para que isso aconteça e da mesma forma há comunidades em sites de redes sociais onde os usuários reclamam sobre lojas (de e-commerce ou mesmo offline) que não estão seguindo as premissas básicas do bom atendimento. Há também comunidades direcionadas a produtos específicos onde, como já sabemos, estão os clientes em potencial.

Tipos de comunidades

Venetianer cita alguns tipos de comunidades na Internet, como:
  • Profissionais: onde especialistas em determinados seguimentos debatem sobre seu campo profissional;
  • Lazer: onde pessoas falam sobre interesses comuns como times, hobby, jogos, etc;
  • Apoio: reunião de temas relacionados a doenças, dificuldades, vícios, etc;
Há também aquelas comunidades onde os usuários procuram por informações sobre determinados produtos, serviços ou mesmo para reclamar. Entrar nessas comunidades de forma a aproveitar sua força para obter alguma vantagem não é um papel simples de ser desempenhado. Muitas vezes, começa na criação de um produto, no bom atendimento, no suporte adequado. O que faz pessoas como eu, gostarem tanto uma moto Harley Davidson, de modo a entrar e debater sobre determinado modelo em uma comunidade no Orkut? A Harley Davidson nunca entrou em contato comigo, nunca me pediu para comprar uma de suas motos, nunca me disse que possui uma comunidade oficial no Orkut. Certamente, a Harley Davidson não elaborou um plano de social media para que eu e muitas pessoas que conheço gostássemos de suas motos e entrássemos em sua comunidade em algum site de rede social. O que eu quero mostrar é que isso começou em algum lugar.

O que faz alguém criar uma comunidade com um número relevante de membros onde faça parte do nome da comunidade as palavras “eu amo xpto” ou “eu odeio xpto”. Uma campanha de social media? Certamente não. A questão é que as comunidades sempre existiram, por N motivos (alguns já citados) e creio que quando essas se organizam de forma natural, através dos próprios clientes, o resultado é melhor. Dessa forma, é possível concluir que a verdadeira campanha de social media se inicia quando uma necessidade inconsciente é provocada, quando a inteligência coletiva é estimulada de modo a privilegiar esse acontecimento.

Tom Venetianer é feliz ao afirmar que o maior erro que um executivo pode cometer é ignorar a força, bem como a oportunidade que essas comunidades podem atribuir. Não se trata de abrir um canal de comunicação direto ou mesmo oferecer suporte online, mas é fato que o cliente é o nosso melhor controle de qualidade e ainda é possível ver negócios online ignorando isso.

Concordam comigo?

7 de março de 2010

Os sites irão acabar? (parte 2 - a convergência)

Se pensarmos, do ponto de vista web, em todas as ações de uma empresa (site, ativações em redes sociais, etc) teremos então um conjunto que poderá ser considerado, como o que gosto de chamar de "ambiente de presença online".

O offline exerce forte influência no que fazemos no mundo virtual. Pense, por exemplo, no processo de encontrabilidade de informações. Onde se inicia uma busca? No mecanismo de busca? Não, em minha opinião. Creio que o processo de busca inicia-se através de uma necessidade, que, como disse, pode se iniciar no mundo offline, no sofá de casa.

Filmes, bandas, novelas e redes sociais

Imagine, por exemplo, um filme que está passando na televisão. Ao assistir o filme, e surpreender-se com a atuação de alguma atriz ou identificar-se com o enredo, o usuário poderá acessar a Internet, procurar mais informações sobre o filme, encontrar fóruns, blogs, notícias, sites oficiais, entre outros, que complementam aquelas informações.

Exemplo Matrix no Youtube

Imagem 01: resultados para Matrix no Youtube. Muitos trechos do fime, com detalhes comentados por fãs e desenhos relacionados.

Trata-se de um comportamento comum, pois à medida que um filme ou uma determinada trilogia, por exemplo, evolui, a curiosidade do telespectador continua. Sendo assim, há a continuidade da busca por informações em outras mídias (JENKINS, 2009).

Exemplo de comunidades do filme Matrix

Imagem 02: comunidade sobre o filme Matrix. Discussões e vídeos relacionados.

No caso de uma banda, após um show é comum o fã buscar por fotos, vídeos amadores, áudio, etc. Uma banda que lança um CD com um determinado tema em suas músicas pode divulgar no site informações adicionais sobre o tema, como a maneira como uma determinada letra foi composta, etc. Trata-se de um complemento, uma adição à informação disponibilizada. Gravadoras como a Nuclear Blast, por exemplo, além de promoverem os CDs de seus artistas, possuem canais no Youtube com vídeoclipes da obra lançada:

Canal da Nuclear Blast Youtube

Imagem 03: vídeos dos artistas da Nuclear Blast.

A convergência entre mídias é mais do que uma mudança tecnológica, mas uma relação entre as diversas tecnologias. Na internet, as pessoas subordinam suas experiências individuais para fins comuns. Mesmo nesse processo de encontrabilidade de informações é possível também complementar informações e, nesse caso, a inteligência coletiva refere-se à capacidade que as comunidades virtuais têm de alavancar a expertise combinada (JENKINS, 2009).

Assim, é natural a convergência entre essas mídias, no entanto, em alguns casos é associada a um planejamento, por parte de diretores e produtores. Na televisão brasileira, pode-se citar vários exemplos. Dentre eles, a novela de Manuel Carlos "Viver a Vida", na rede Globo, que apresenta um ponto de convergência interessante. Uma das personagens possui um blog, que foi inclusive citado em um dos capítulos da novela. Nesse blog, além das palavras da personagem, é possível encontrar também comentários de telespectadores da novela. A personagem que "mantém" o blog, escreve frequentemente sobre as coisas que estão acontecendo em sua vida, de modo que é possível perceber que o blog trabalha como um complemento a informações secundárias que não possuem muita atenção e foco na novela na TV. Nos comentários, os telespectadores provocam a personagem em relação ao tema e expõem suas opiniões.

Nesse sentido, a convergência pode colaborar e trabalhar a favor do processo de busca também.

A palavra-chave nasce na necessidade

Em todo esse processo, é possível perceber que a busca nasce quando existe uma necessidade. Ninguém liga o computador à toa para entrar em algum mecanismo de busca e encontrar algo. Quando se pensa no que é importante para o posicionamento online, para esse ambiente de presença online, é preciso imaginar como as pessoas buscam informações e, como mencionei, o processo pode começar fora do ambiente virtual, em "subúrbios do mundo offline". A busca através de ferramentas e interfaces de busca na web se transforma somente em um intermediário:

Processo de busca

Imagem 04: processo de busca onde o mecanismo de busca é um dos intermediários.

Sendo assim, mesmo quando se projeta ou se imagina como um website, uma comunidade ou um blog pode ser encontrado, um processo inteiro deve ser considerado, e não somente a parte que depende só da internet. Imagine o potencial de estrutura online que um determinado empreendimento imobiliário pode ter, por exemplo. O que busca um jovem casal que procura um apartamento?
  • Informações sobre o local, comércio e lojas próximas ao prédio;
  • Detalhes sobre a vizinhança, histórico do bairro (alagamentos, acidentes, etc); e
  • Se o imóvel está sendo vendido na planta, geralmente os mais criteriosos gostam de ter acesso a detalhes da construção, principalmente sobre encanamento, parte elétrica entre outros detalhes importantes.
Sendo assim, é possível criar um ambiente de presença que colabore com o cliente em potencial:

Possibilidades para um empreendimento

Imagem 05: possibilidades de visibilidade através de alguns recursos online.

Percebam então, a importância da busca vertical. Ela acaba fazedo todo sentido, pois trará ao empreendimento a encontrabilidade merecida, de modo que também irá convergir com o que não é virtual. Então, haverá complementação e integração das ações online e offline. Penso que esse é o sentido maior de tudo.

Obs: Para escrever esse post houve uma convergência entre várias ferramentas, algumas offline e outras online. Parte da idealização aconteceu em um café aqui em Porto Alegre, enquanto eu lia o livro que utilizei como referência. Fiz algumas anotações, pesquisas e fui idealizando e organizando as informações mais importantes.

Livros, anotações e post para o blog

Todo processo criativo nasce da convergência de diversas fontes de informações. Pensem nisso!
:)
abs!

Referência
"Cultura da convergência" - Henry Jenkins, 2009