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11/02/2008

Vai trabalhar com Search Marketing?

Se você pretende trabalhar com Otimização de Sites, Links Patrocinados, Search Marketing em geral, recomendo que primeiramente conheça algumas ferramentas do Google, e qual a integração que essas têm com o Mercado de SEM.

Conhecendo o básico

O Google possui diversas ferramentas, sendo que algumas delas, muito importantes para o mercado de busca, como: Adwords, Analytics e Adsense. Antes de iniciar os estudos avançados recomendo uma visão geral de todas essas, bem como, uma introdução técnica, básica.

Livros para Search Marketing

Recomendo para o início dos estudos três livros:
  1. Dominando as Ferramentas Google - Sandra Rita
  2. Web Marketing - Marcelo Silveira
  3. A Arte da Guerra - Ricardo Vaz Monteiro
A leitura nessa ordem fará todo o sentido. Sobre os dois últimos livros vou falar futuramente. Nesse post vou me aprofundar no primeiro, mas independente disso já digo: todos são de fácil interpretação e servem como uma iniciação ao SEM.

Dominando as Ferramentas do Google

Este livro traz em um contexto geral e simples, um apanhado de algumas ferramentas importantes do Google. Achei bacana pois, pra quem nunca ouviu falar em Google Adwords, por exemplo, é uma ótima partida para o entendimento deste e outros produtos.

capa do livro que fala das ferramentas Google

Capa do livro que dá uma visão geral das Ferramentas Google


O Livro fala das ferramentas:
Para quem está pensando em se aprofundar em SEM, a leitura dos capítulos relacionados à Google Analytics, Google Adsense, Google Adwords e Maps é vital. Mesmo assim recomendo devida atenção aos outros aplicativos, já que podem ser úteis para trabalhos em desktop!

Depois da leitura deste livro será possível ter uma visão básica destas ferramentas, o que facilitará o entendimento de outros livros mais avançados. O básico para quem pretende trabalhar com Mecanismos de Buca é entender suas ferramentas.

16/01/2008

O título chama atenção, logo é importante!

Tenho lido muito sobre a importância do conteúdo para um website. Internet é feita de conteúdo, e quando penso em mecanismos de busca, ações relacionadas a conteúdo colaborativo, web 2.0 e disponibilização rápida de informações, penso em conteúdo.

Conteúdo pra mim é tudo aquilo que é "palpável" ao usuário, tudo aquilo que exerce algum domínio dos olhos do usuário, aquilo que o cara olha e interpreta. Para os seres humanos é bem mais fácil interpretar figuras do que texto, até por causa das analogias e da facilidade que o conteúdo gráfico tem em expor idéias.

Livro sobre conteúdo na Web

Estou lendo um livro bem bacana que se chama "Guia de estilo WEB" da Luciana Moherdaui. A autora fala muito sobre jornalismo na web, jornais brasileiros, internacionais, etc. Mesmo na web os jornalistas vivem de conteúdo: escrito, imagens e multimídia. O que mostra um avanço do próprio jornalismo que hoje usa de ferramentas eletrônicas para divulgar notícias. Cito como exemplo o jornal Zero Hora de Porto Alegre, que tem uma edição on-line, oferecendo algumas notícias bem fresquinhas sobre o que acontece na capital do Rio Grande do Sul. Quando quero saber alguma notícia ou mesmo "boato" recente da capital, passo por lá para conferir.

E o mais incrível foi que eu encontrei no prefácio do livro a seguinte afirmação:
"(...)o que chama mais a atenção dos leitores em notícias na WEB é o título das matérias (30%); logo em seguida estão a chamada (25%) e o conteúdo (20%)"
Eu já disse várias vezes que uma das coisas mais importantes de um artigo, matéria ou conteúdo, é o seu título, pois tem fator decisivo na hora do leitor decidir se vai ler ou não. Para o robô também. Se ele encontra palavras-chave no título, dentro de um contexto claro, ao encontrar esta no conteúdo, por que não dar uma boa relevância?

Checklist SEO para conteúdo e Títulos

Outro fator relacionado ao conteúdo: não interessa a quantidade, mas sim a qualidade. Não adianta sair por aí que nem louco escrevendo um monte. Definitivamente, mecanismo de busca bom, não releva quantidade, mas sim qualidade. Então, vamos ao checklist SEO para conteúdo:
  • Chamada atraente e informativa;
  • Título com boas palavras-chave;
  • Ficou extenso? Divida, em duas páginas ou artigos;
  • Exponha informações de difícil interpretação com imagens ou vídeos, principalmente aquelas referentes a números. Não esqueça o atributo "alt" para o uso de imagens; e
  • Muitos parágrafos? Use subtítulos com palavras-chave para dividir a informação!
No mais, é só usar o bom senso para satisfazer os usuários, naquilo que for necessário.

Referências

SEM Brasil
Webinsider

11/01/2008

Por uma internet Colaborativa

Para terminar a semana, um parágrafo fantástico do livro Wikinomics, cujo o autor deixa claro em poucas palavras a nova ordem da internet mundial:

“Se existe um princípio abrangente que define o que é a nova web, esse princípio é o de que estamos construindo essa coisa juntos – a cada inserção em um blog, a cada podcast e a cada mistura, uma após a outra. A web não significa mais navegar ociosamente e ler, escutar ou assistir passivamente. Significa produzir por peering: compartilhar, socializar, colaborar e, acima de tudo, criar no âmbito de comunidades livremente conectadas”.
Don Tapscott & Anthony D. Williams

Colaboração sim, "receita de bolo" não! Pense nisso! :)

05/01/2008

Então surgem os mecanismos de busca wikis...

Li no blog do Juliano Barreto sobre um novo mecanismo de busca, o "Wikia"(http://www.wikia.com/wiki/Wikia). Essa nova ferramenta vem de conceitos relacionados aos "Wikis"(colaboração, código aberto e tudo aquilo que tem participação da massa). Não "botei fé" na hora, mas depois cheguei a conclusão de que pode dar certo para determinados objetivos, como chegar a um algoritmo que satisfaça a todos.


O conceito de colaboração e desenvolvimento de artefatos em massa é bacana, mas até onde pode ser vantajoso? Digo isso por que, mesmo nos conceitos mais "arrasadores" de negócios, alguns podem não dar certo em alguns seguimentos, depende muito do "mapa estratégico" do negócio. Nem todo mundo pode usar a receita de bolo.

Wikinomics

Por coincidência, recentemente comecei a ler um livro que se chama "Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio" dos autores Don Tapscoot & Anthony D. Williams, onde o assunto principal é o conceito de colaboração em massa. Logo no começo do livro os autores citam um case muito interessante sobre a Goldcorp Inc., empresa expressiva na área de mineração de ouro, onde Rob McEwen CEO da empresa resolveu adotar uma solução inovadora para resolver alguns problemas econômicos que a empresa estava tendo, com base em uma idéia que consistia na colaboração.


Case Goldcorp Inc.

Em uma das propriedades da Goldcorp Inc. existia uma dificuldade para encontrar ouro, o que Rob McEwen fez? Disponibilizou todo o material disponível sobre estudos geológicos da empresa desde 1948, com dados relevantes para encontrar os minerais de interesse. Então em março de 2000, o "Desafio Goldcorp" foi lançado com um prêmio de US$ 575 mil para quem achasse 170 toneladas de ouro.

Quem deve achar o ouro?

Na minha humilde visão, a busca, os mecanismos de busca em si servem para resolver problemas. Não sei se haverá muita vantagem em pedir para os usuários começarem a resolver os problemas. Eles querem que as empresas de busca resolvam o problema pra ele. É como o Google experimental que possibilitará aos usuários excluir e incluir resultados. Será que o usuário quer isso? Até que ponto o usuário quer a web 2.0 e suas colaborações? Na boa, não vou dizer o que eu acho, mas o que eu vi: eu só vejo usuários de nível avançado usando e abusando de recursos tipo web 2.0 e tal, como iGoogle, entre outros. Agora vou dizer o que eu penso: como profissional de tecnologia formado nas "artes da ciência da computação", acredito que a web 2.0 vai dar certo, estamos passando por um período de adaptação, mas com o tempo o negócio vinga. Agora, um wikimecanismo-de-busca... Será? Comercialmente acho difícil. :/

No entanto, não vou ser enfático em dizer que não dará certo, mas tenho lá algumas dúvidas que só serão respondidas com o tempo e com o comportamento dos próprios usuários, assim espero. Wikis são bons para resolver diversos problemas, talvez não o da Busca.

11/12/2007

Livros, blogs otimizados e leitores contentes

"Blog é a contração da expressão inglesa weblog. Log significa diário, como o diário, como diário de um capitão de navio. Weblog, portanto é uma espécie de diário mantido na internet por um ou mais autores regulares. Normalmente apenas um, algumas vezes dois ou três, raramente mais de três."
Hugh Hewitt - "Blog: entenda a revolução que vai mudar o seu mundo", Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2007

Acho maravilhosa a idéia de iniciar um post com uma citação. É de um livro que estou lendo sobre a revolução dos blogs na internet. Estou gostando deste livro pois expõe uma visão jornalística sobre a "blogosfera", termo que o autor usa muito e tem a ver com a rede de blogs que é possível encontrarmos por aí.

Capa do livro de Hugh Hewitt - blog, política americana e camaradagem

Estou no comecinho ainda, mas como o autor já faz um belo resumo do que será possível encontrar pela frente, no primeiro capítulo (o que é formidável) já gostei da abordagem, estilo de escrita, entre outras qualidades. É um pouco tendencioso quando fala da política americana, mas como o meu interesse é a crítica ao comportamento dos blogs e blogueiros estou gostando muito.

Eu gosto do formato "Blog" para sites: é bom para SEO, conteúdo, o pessoal comenta, participa. Esse foi um dos motivos para eu mudar para esse formato.

A vantagem do Blog para otimização de sites

Blogs geram muito conteúdo, caso o autor escreva bastante e se tiver um razoável número de leitores que comentam, esses podem gerar ainda mais conteúdo. Isso para o Google é ótimo, o robô se alimenta de informações úteis e apesar da informalidade dos blogs estes são fontes de muitas informações relevantes. Para algumas configurações avançadas deste gerador de conteúdo do Blogspot, encontrei informações importantes em blogs mesmo, para configuração de domínio próprio, entre outras.

Outra vantagem é a de poder gerar conteúdo textual já otimizado, destacando trechos importantes no meio do texto com tags que indicam ao robô a importância de alguma palavra-chave. Tags como h1, strong, etc, são usadas frequentemente por mim no conteúdo, já que esse é a prioridade deste blog, já que o código da ferramenta do Blogspot é quase impossível de otimizar, digamos inviável, então, decidi por otimizar o máximo seu conteúdo.

Trecho de código gerado pelo Blogspot - estilos no fonte

07/12/2007

Livros sobre: WEB, SEO, Usabilidade, etc e tal...

Resolvi expor um pouco, não do que aprendi nos livros, mas os livros que li ou ando lendo. Desde que trabalho com Web senti falta de algumas literaturas em alguns segmentos, principalmente SEO e isso não é porque tudo que tinha de ser escrito sobre SEO já tenha sido escrito, mas talvez pela velocidade como a própria área se desenvolve.

Minha primeira dica não é um livro de SEO, até porque o blog não trata só deste assunto, mas de um livro sobre usabilidade, que mesmo não sendo sobre otimização de sites tem uma ligação muito grande com toda esse mundo. Até porque não adianta "chegar ao posto se não é possível abastecer", ou seja, chegar ao um site através de um mecanismo de busca se não é possível navegar pelo mesmo.

O livro de que falo é de um autor americano Sr.Steve Krug, que se chama " Não me Faça Pensar". Resolvi começar com esse livro porque foi um dos mais fantásticos que eu já li. O livro é: claro, objetivo e mais importante, propõe uma outra visão às informações contidas nos websites.

Capa do livro: "Don't make me think" - título original

O autor cita exemplos de casos onde atuou como consultor e ajudou a resolver problemas que não eram percebidos pelos administradores e desenvolvedores dos sites, de forma simples e eficiente, sem que para isso fosse preciso refazer o site inteiro.

Tanto a forma como Steve escreve, como as soluções simples que propõe, resultam em um livro da qualidade de um "Best-seller".